Maconha boazinha será comercializada em farmácias Veja a matéria.


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04 Dec
04Dec

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (3) a liberação da venda em farmácias de produtos à base de cannabis para uso medicinal no Brasil. Essa regulamentação foi aprovada por unanimidade mas é temporária, com validade de três anos (3 ).

Nesta mesma reunião da diretoria colegiada deste órgão rejeitou o cultivo de maconha para uso medicinal no Brasil. Por 3 votos a 1, proposta foi arquivada pela agência reguladora. Com a decisão, fabricantes que desejarem entrar no mercado precisarão importar o extrato da planta.

Como serão as vendas 

A venda em farmácias para á norma passa a valer 90 dias após a sua publicação no “Diário Oficial da União”.

De acordo com a resolução, os produtos liberados poderão ser para uso oral e nasal, em formato de comprimidos ou líquidos, além de soluções oleosas.

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Princípios ativos

Cannabis sativa é o nome da planta da qual podem ser extraídas substâncias como o canabidiol (CBD) e o tetra-hidrocanabidiol (THC). O canabidiol é usado em terapias como analgésico ou relaxante.

Já o THC é o principal elemento tóxico e psicotrópico da planta, ou seja, altera as funções cerebrais e é o que provoca os efeitos do consumo da maconha, droga ilegal no Brasil.

Entretanto, estudos indicam que o THC também pode ser usado como princípio ativo para fins medicinais.

A regulamentação impede que a cannabis seja manipulada em farmácias de manipulação.

A comercialização ocorrerá apenas em farmácias e drogarias sem manipulação, que venderão os produtos prontos, mediante prescrição médica.

Foto internet

A resolução da Anvisa cria uma nova classe de produto sujeito à vigilância sanitária: “produto à base de cannabis”.

Ou seja, durante os três anos de validade, os produtos ainda não serão classificados como medicamentos.

A regulamentação aprovada cita que os produtos à base de cannabis ainda precisam passar por testes técnicos-científicos que assegurem sua eficácia, segurança e possíveis danos, antes de serem elevados ao patamar de medicamentos.

A delimitação do intervalo de três anos para validar a norma foi sugerida pelo diretor Fernando Mendes, sob a justificativa de que ainda não há comprovação da eficácia dos tratamentos a base dos produtos.

 “Não há qualquer evidência de baixo risco no uso desses produtos”, afirmou ele.

Após esse período, uma nova resolução deverá ser editada.

TIRE SUAS CONCLUSÕES NÃO SOU A FAVOR NEM CONTRA MAS TEM QUE SER RESPEITADO AS NORMAS DE SEGURANÇA.

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